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Jurídico 06/12/2018 14:57 Fonte: Jornalista Ronan Almeida de Araújo

Ex-médico no município em Costa Marques expõe sua ideia sobre o fim do programa Mais Médicos no Brasil

A convite desse portal, o Dr. Robson Lizzo, especialista de estratégia em saúde familiar, fala sobre o fim do programa Mais Médicos no Brasil.

O profissional já atuou no município de Costa Marques no passado e como tem vasta experiência na área, achamos que sua opinião fosse conhecida pelos nossos leitores sobre o fim desse programa que vem causando enormes comentários nos meios de comunicação de massa, principalmente nas redes sociais.

Qualquer pessoa que queira expor suas ideias sobre o programa Mais Médicos e outros, podem entrar em contato com redação desse portal que terá seu espaço para divulgar seus pensamentos quanto ao tema a ser tratado.

O site é democrático e queremos ouvir todos os que desejarem falar, comentar e dar suas opiniões de temas relevantes que acontecem no dia a dia da vida do brasileiro, particularmente sobre questões que envolvem educação, saúde pública e comunicação.

Veja abaixo o artigo do médico sobre o programa Mais Médicos. “Tema de especulação lançada ao ar e assunto para doutores, empresários, políticos, estudantes, conscientes de direita e esquerda, doutrinadores e formadores de opinião.

Todos agora são engajados e especialistas sobre como resolver o impasse gerado sobre o fim do programa Mais Médico.  Minha opinião como profissional da saúde e médico da estratégia de saúde familiar serei o mais técnico possível, não emitindo ou transparecendo minhas inclinações doutrinarias.

Seria extenso demasiado explorar sobre governabilidade de Cuba, socialismo, comunismo, capitalismo, se os cubanos são ou não médicos, se o tipo de contrato aos quais foram submetidos é aceito pela legislação vigente no Brasil, e o fato controverso de estar longe de seus familiares sem poder trazê-los para o seio familiar.

Apenas comento que se faz necessária uma busca e pesquisa sobre a formação acadêmica do profissional médico proveniente do exterior, apesar que seja unânime no Brasil que o médico seja aprovado pelo exame de revalidação de diploma (Revalida).

Nesse especifico, o programa Mais Médicos, onde é aplicado exclusivamente  para prevenção, educação, e atenção inicial ao doente, e tem o campo de trabalho desses profissionais não abrange a área intra-hospitalar. Diante disso, fique então no meu entendimento isento do Revalida por tempo determinado, assim como o SUS é uma copia do sistema de saúde inglês (NHS), seja também de igual maneira uma cópia de como lidar com estrangeiros médicos que migram ao país.

Para conhecimento geral um médico não “citizen” na Inglaterra após solicitar sua revalidação é permitido o trabalho temporário em um (GP posto de saúde ) por tempo determinado até que possa ser aprovado pelo Ministério da Saúde daquele país.

Como disse anteriormente tudo isso previa consulta sobre a formação acadêmica do profissional, o qual o Brasil não obteve e que também pode ser uma consulta pública através do EDUCATION COMMISSION FOR FOREIGN MEDICAL GRADUATES (desde 1956)   www. Ecfmg.org. Pois bem, vamos aos fatos. Temos agora 08 mil cargos médicos para reporem, de forma emergencial, e pelo menos 20 milhões de atendimento médico que não poderão ficar descobertos. Vejo a chance de ouro para que o governo de uma vez por todas possa mostrar a todos os brasileiros que sim ele é capaz de suprir a necessidade de seus filhos, assim como a Constituição de 1988 transformou a nação em um pai protetor e mediador de nossas indispensabilidades, possa transformar a forma de atuação quanto ao critério saúde.

Temos médicos suficientes no Brasil, e a forma de reposição dos mesmos também, é suficiente o grande problema é a distribuição igualitária em zonas territoriais. Já que o sistema de saúde brasileiro é o guardião da coletividade, então porque não decidimos para um plano de carreira para médicos?

Podemos chamar de plano federativo para médicos onde os últimos 6 meses de internato possam ser em um centro de saúde a ser decidido pelo Ministério da Saúde priorizando cidades menores de 30 mil habitantes e salário digno para tal função.

Também ofertando para cidades acima de 30 mil habitantes especialistas em seu derradeiro ano de curso de igual forma e salário digno para a função e deslocamento para cumprir tal tarefa. Suprimos então a carência para médico de atenção básica PLUS especialidade para toda a população do Brasil e as vezes é necessário chegar a uma emergência como essa para entender que sim somos capazes de solucionar nossos problemas sem intervenção externa. Cordialmente, Dr. Robson Lizzo, médico de estratégia de saúde familiar”.

Jornalista Ronan Almeida de Araújo é registrado profissionalmente na Delegacia Regional do Ministério do Trabalho no Estado de Rondônia sob 431/98


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